O gramão (Paspalum notatum), planta de folhas estreitas que constituiu verdadeira praga no Mato Grosso do Sul, está dando trabalho ao consultor Wagner Pires. Ela ocupa espaços vagos deixados pela forrageira cultivada e vai tomando conta do pasto, mas não serve como fonte forrageira, pois tem baixa produção de massa verde. Por ser um animal seletivo, o bovino primeiro come o capim de melhor qualidade (no caso, a Brachiaria brizantha, cultivar Marandu), deixando o gramão para depois, o que favorece sua disseminação. Ele avança devagar, mas firme, em reboleiras, que, no caso da área escolhida para recuperação dentro do Projeto Vitrine Tecnológica, têm sido difíceis de eliminar.
Nessas manchas, foram aplicados 3 l/ha de Glizmax, herbicida dessecante a base de glifosato, mas não se conseguiu eliminar totalmente a invosora. O danado do gramão é mesmo difícil de matar. Com as chuvas que estão caindo neste mês, será feita nova tentativa.
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| Terraços sendo remontados na área de recuperação 1 |
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| Reboleira de gramão morta pela aplicação de glifosato. |


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