O Vitrine Tecnológica DBO constitui uma série especial de reportagens sobre reforma e recuperação de pastagens, com duração de um ano. O projeto começou em setembro de 2011 e terminará em agosto de 2012. Seu grande diferencial é o acompanhamento in loco da aplicação de tecnologias em pastagens previamente escolhidas, de uma fazenda parceira do projeto, no Mato Grosso do Sul. Foram definidas três áreas piloto: uma de reforma e duas de recuperação. O trabalho será conduzido sob orientação da empresa Wagner Pires Consultoria & Treinamentos, contratada pela revista DBO.
A primeira reportagem, já publicada, apresentou um diagnóstico completo da fazenda e das pastagens escolhidas para o projeto. O diagnóstico considerou análises de solo; dados climáticos; mapeamento dos piquetes; classificação das pastagens por vigor e capacidade de suporte, com base na metodologia dos quadrantes (veja quadro abaixo); análise de infraestrutura; disponibilidade de água e mão de obra; estoque de gado; tipo de manejo e potencial de intensificação.
Metodologia dos quadrantes
O diagnóstico da fazenda e das áreas-piloto escolhidas para realização do Vitrine Tecnológica DBO foi realizada com base na metodologia dos quadrantes, desenvolvida por Wagner Pires. As cores indicam o nível de degradação da área:
Verde - Pastagem vigorosa ou pouco degradada, com boa população de capim (acima da pontuação cinco), fertilidade do solo entre razoável e satisfatória (5 a 10) e baixa infestação de invasoras (0 a 5).
Amarelo - Pastagem com degradação média, seja em função da baixa fertilidade do solo (amarelo 3) ou da alta presença de daninhas (amarelo 2). Em ambos os casos, para que seja possível fazer recuperação, é preciso haver estande de capim em quantidade suficiente na área.Vermelho - Pastagem degradada, com problemas de fertilidade, alta infestação de daninhas e população insatisfatória de forrageira.


Na oportunidade de manifestar minha opinião, primeiramente eu trabalharia na parte 1 (melhor)dando melhor fertilidade e saturação de base, em seguida parte da recuperaçao em geral do 2 e por ultimo na parte 4 ... com isto estarei melhorando 1,2e 3 ficando o 4 por final ok
ResponderExcluirparabenizo pela excelente matéria e ótimo oportunidade de manifestar a opinioes de técnicos extensionista.
aguinaldo sinop
Boa noite.
ResponderExcluirGostaria de contar com as análises físicas do solo para acompanhar o projeto.
Foram feitas análises em subsuperfície para avaliação da necessidade do gesso agrícola?
É isso mesmo Aguinaldo, é esta a linha que trabalhamos, obrigado pela sua participação, continue a interagir conosco.
ResponderExcluirWagner Pires